Comer 1 ovo por dia faz crianças crescerem mais altas e fortes, diz estudo Medico

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Você já deve estar cansada de saber o quanto que o nosso corpo é benefíciado por comer um ovinho de galinha, não é mesmo, e que talvez também muita gente fale que faça mal comer muito,

só que uma recentemente pesquisa ressaltou que é muito bom acrescentar na alimentação das crianças em mais ou menos no sexto mês de vida.

Essa pesquisa realizada por pesquisadores de saúde dos Estados Unidos e também la do Equador, que foi publicada recentemente no jornal americano Pediatrics, analisou a influência do alimento em um grupo de 164 bebês de aproximadamente 6 a 10 meses de uma cidade humilde do Equador.

Essas crianças foram divididas em dois grupos: uma metade recebeu um ovo por dia na alimentação, enquanto a outra metade das crianças não se alimentou com os ovos, o peso e também a altura das crianças era avaliados a cada semana.

E após um tempinho aproximadamente 6 meses, os pesquisadores analisaram todos os dados e perceberam que todas os bebês que se alimentaram com os ovos diariamente eram bem maiores e cresceram de um modo muito mais significativo, do que as crianças que não se alimentaram com o ovo.

E além disso, elas também apresentam em 74% menos chances de ficar com peso baixo, adequado a 47 % menos de chances de desenvolver raquitismo e atrofia muscular.

Essa mudança nos bebês que o ovo exerce, segundo os pesquisadores, deve se ao seu nível alto de proteínas e vitaminas B12, dentre muitos outros nutrientes essenciais para o desenvolvimento infantil.

E uma outra coisa que vale ressaltar do estudo é que o ovo fornece 50% dos nutrientes diários de que o bebê necessita.

O DHA (ácido docosahexaenoico), é um ácido graxo do tipo ômega 3, que é muito importante para o desenvolvimento cerebral e da visão nas crianças. Não é sómente no ovo que é encontrado esse benefício, ele também está presente no leite materno e em peixes de água fria (como salmão, atum e sardinha, por exemplo).

Juntamente nele, o ARA, ácido araquidônico, colabora com a evolução do sistema nervoso.

Os ovos são deliciosos e extremamente versáteis.

Eles podem ser cozidos de muitas maneiras diferentes e são fáceis de combinar com outros alimentos saudáveis, como vegetais.

Cozinhar também destrói qualquer bactéria perigosa, tornando-a mais segura para comer.

Aqui está um resumo dos métodos de culinária mais populares:

Fervido

Os ovos cozidos são cozidos em suas panelas em uma panela de água fervente por 6 a 10 minutos, dependendo de quão bem cozidos você quer que a gema esteja.

Quanto mais tempo você cozinhar, mais firme será a gema.
O cozimento dos ovos os torna mais seguros para comer e também facilita a digestão de alguns de seus nutrientes.

Um exemplo disso é a proteína nos ovos.

Estudos mostraram que ele se torna mais digerível quando aquecido.

De fato, um estudo descobriu que o corpo humano poderia usar 91% da proteína em ovos cozidos, em comparação com apenas 51% em ovos crus.

Acredita-se que essa mudança na digestibilidade ocorre porque o calor provoca mudanças estruturais nas proteínas do ovo.

Nos ovos crus, os grandes compostos de proteína são separados uns dos outros e enrolados em estruturas complexas e torcidas.

Quando as proteínas são cozidas, o calor rompe as ligações fracas que as mantêm em forma.

As proteínas formam então novas ligações com as outras proteínas que as rodeiam. Essas novas ligações no ovo cozido são mais fáceis de digerir pelo corpo.

Você pode ver essas mudanças ocorrendo à medida que a clara de ovo e a gema se transformam de um gel espesso em borracha e firme.

A proteína em ovos crus também pode interferir com a disponibilidade da biotina micronutriente.

Os ovos são uma boa fonte de biotina, que é um importante nutriente usado no metabolismo da gordura e do açúcar. Também é conhecido como vitamina B7 ou vitamina H.

Nos ovos crus, uma proteína presente nas claras chamadas de avidina liga-se à biotina, tornando-a indisponível para o seu corpo usar.

No entanto, quando os ovos são cozidos, o calor causa alterações estruturais à avidina, tornando-a menos eficaz na ligação à biotina. Isso torna a biotina mais fácil de absorver.

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